quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Ana Maria Braga, dzarm. e os PAETÊS. O que tem em comum?



Em seu programa de 21/01/2014, Ana Maria Braga exibiu um look bem moderninho e rigorosamente dentro da forte tendência da estação. Se ela usa esse look para ir “trabalhar”, significa que as pessoas que ainda não sabem da tendência, irão copiar o seu jeito de vestir. Sua loja está preparada para atender este público? A dzarm. tem a solução...  O Depto. de Marketing da dzarm.  reforça a importância dos produtos abaixo estarem nas lojas, potencializando esta tendência de moda, alinhado à campanha de marketing e posicionamento de marca, que breve você terá conhecimento.

Se quiser fazer parte da campanha, não deixando seu cliente frustrado quando ele for procurar o produto em sua loja e se você não fez o pedido no último showroom, pode fazê-lo agora, bastando fazer como pede, bem abaixo:




terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Confiança: um ativo que nunca para de se valorizar

Realização e confiança que eu quero hoje falar com você!

Inúmeros estudos comprovam que o sucesso, a vitalidade e a felicidade estão diretamente relacionados com o nível de confiança de confiança em nossos relacionamentos, sejam eles profissionais e pessoais. A confiança, quando presente em tudo o que fazemos, cria um circulo virtuoso onde tudo flui melhor e todos ganham. No mundo dos negócios, nas vendas e na vida em geral, duas premissas são absolutamente essenciais e fundamentais. A primeira: pessoas compram de pessoas e se relacionam com pessoas. A segunda: as pessoas compram e se relacionam com quem elas confiam. Portanto, quando nos transformamos em profissionais de confiança, os relacionamentos e os negócios tendem a crescer de forma substancial e fortemente baseados na credibilidade conquistada junto aos nossos amigos, familiares, clientes, fornecedores e nos mercados em que atuamos.

O grande problema é que vivemos em uma Era marcada por um ambiente de baixíssima confiança. Vivemos uma crise de confiança que tem impacto negativo no nosso bem estar econômico e na qualidade de vida em geral. Pessoas não confiam em pessoas. Pessoas não confiam nos seus líderes. Empresas não confiam em seus profissionais. Enfim, ninguém confia em ninguém! Confiar que deveria ser a regra prevalecente, transformou-se em exceção. Especialmente no mercado imobiliário, deparamo-nos quase que diariamente com empresas que não cumprem suas obrigações e promessas diante dos clientes que muitas vezes veem a realização do sonho da casa própria se transformar em um grande pesadelo. Confiamos em pouquíssimas pessoas e em raras empresas.

Aliás, vale lembrar e recomendar aqui o excelente livro “A Velocidade da Confiança” de Stephen M.R. Covey publicado no Brasil pela Editora Elsevier, que diz que quão maior é a confiança nos relacionamentos, maior é a velocidade com que as coisas acontecem e menor é o custo e que quão menor é a confiança, menor é a velocidade e maior o custo. O quadro abaixo ajuda a entender melhor a lógica que nos é brilhantemente explicada por Stephen M.R. Covey e que permeia todo o trabalho do livro.

Quando há um elevado nível de confiança nos relacionamentos, as pessoas são capazes de se comunicar com maior rapidez, de colaborar melhor, de inovar mais e de fazer negócios de forma muito mais acelerada e de maneira muito mais eficiente.

Fonte: Paixão por Vendas



sábado, 11 de janeiro de 2014

As 10 atitudes que vão mudar sua vida em 2014

Para te ajudar a fazer do seu Ano Novo um ano espetacular em suas vendas e em sua vida, eu compartilho abaixo 10 atitudes que enxergo serem absolutamente cruciais e determinantes para o seu sucesso:

1 - Paixão por Vendas:  É preciso ser apaixonado por vender, se relacionar com pessoas e sempre lembrar sempre que “Vender é Servir” e que “Vender é Ajudar” os seus clientes na resolução dos problemas e na realização dos sonhos deles. Seja (não esteja) vendedor(a), tenha paixão pelo que faz e a torne visível e tangível aos seus clientes. Todo e qualquer cliente ama se relacionar com vendedores apaixonados.

2 - Ajuda a amor ao próximo:  Se “Vender é Ajudar” e “Vender é Servir”, ajude os seus clientes (inclua aqui amigos e familiares também) o máximo que puder, com a certeza de que quanto mais você os ajudar, mais sucesso eles terão e consequentemente mais sucesso você também terá. Para isso acontecer, coloque sempre as necessidades, expectativas e sonhos dos seus clientes (todos eles) a frente dos seus.

3 - Proatividade: O mundo das vendas é dos proativos, dos profissionais que fazem acontecer. Não espere que sua empresa o capacite. Corra atrás de novos conhecimentos o tempo todo. Não espere seu telefone tocar. Busque novos clientes o tempo todo, pesquisando-os o quanto puder antes de prospectá-los. Pesquise o quanto puder sobre seus concorrentes e sobre as tendências que cercam o seu mercado. Quanto melhor for o seu entendimento, melhor preparado estará para vencer.

4 - Persistência:  Especialmente na área de vendas, ser persistente é absolutamente crucial para alcançar o tão sonhado sucesso. Sonhe sempre grande com a certeza de que quão maior for o seu sonho, mais terá que trabalhar e mais perseverante terá que ser para enfrentar as inevitáveis dificuldades que certamente aparecerão à sua frente. Persista e persevere.

5 - Resiliência:  Mantenha-se firme e forte diante dos grandes obstáculos e da pressão e estresse que certamente acontecerão em muitos momentos da sua jornada. Por mais duras que forem as “pancadas” que sofrer ao longo da sua trajetória, busque voltar ao seu “estado natural” o mais rápido que puder sempre tendo extraído alguma lição importante que o ajude evitar novas quedas ou novos problemas.

6 - Positividade e Otimismo:  Em tudo o que fizer, transpire otimismo (sem deixar de prestar a devida atenção à realidade que o cerca) e positividade em tudo o que fizer. Ninguém gosta de se relacionar e comprar de gente pessimista e negativa. Bom humor e disposição em ajudar continuam sendo características essenciais dos profissionais de sucesso.

7 - Humildade: Tenha a humildade de entender que há sempre espaço para melhorar. Leia muito e tenha curiosidade de conhecer novas áreas, novas pessoas e pontos de vistas divergentes dos seus. Saiba pedir desculpas e oferecer a devida reparação pela sua falha. Questione suas suposições, valorize as posições contrárias às suas e aprenda a aprender.

8 - Coragem:  Para se distanciar de tudo o que não lhe dá prazer e de tudo o que lhe é custoso para o corpo e para a alma. Coragem para tirar do papel e da cabeça o seu grande sonho e torná-lo realidade. Coragem para dizer adeus aos seus clientes que só lhe trazem problemas. Coragem para dizer “obrigado e até mais” ao seu atual empregador, onde você não está feliz. Coragem para mudar hoje e sempre.

9 - Foco:  Descubra seus três círculos. 1o. Encontre aquilo que você tem verdadeira paixão. 2o. Questione-se se na sua paixão você pode ou não ser o/a melhor do mundo. 3o. Entenda se o mercado está disposto a pagar por esta sua paixão. Quando se tem o encontro destes três círculos, foque todos os seus esforços para fazer o(s) grande(s) sonho da vida acontecer. E nunca deixe que nada te desvie do Foco no Resultado que precisa (e vai) atingir.

10 - Tirar a bunda da cadeira:  Com o pedido antecipado de desculpas pelo linguajar não apropriado mas aqui perfeitamente aplicável, é preciso parar de sonhar e começar a fazer. De nada adianta planejar muito e não colocar em prática a estratégia que lhe permitirá fazer o grande sonho da sua vida acontecer. Pare de sonhar e comece ainda hoje a realizar.

2014: o ano da Atitude! Incremente e amplie o seu repertório de Técnicas de Vendas o quanto puder, mas tenha sempre a certeza de que são as atitudes que fazem e sempre farão a diferença nas suas vendas, na sua vida e na vida dos seus clientes.

Fonte:  Paixão por Vendas

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Nem só de Hering vive a Hering

Desde 1998, a Cia. Hering é gerida por Fábio Hering, responsável pela recuperação da Companhia depois de uma quase falência. Antes disso, o hoje presidente estudou Administração e atuou na consultoria Arthur Andersen (hoje Accenture) e na agência de propaganda CBB&A .

Ao assumir a presidência da Cia Hering, o integrante da quinta geração identificou que a marca e os pontos de venda eram os reais ativos da empresa. Para otimizar os negócios, terceirizou parte da produção e adotou um modelo híbrido que inclui fábricas próprias, terceirização no Centro-Oeste e Nordeste do Brasil e na China.

Em dezembro de 2013, concedeu a seguinte entrevista para a revista “Época Negócios”, reproduzida a seguir:

O ano de 2013 não começou bem para a Hering, com queda de vendas no primeiro trimestre. Vai terminar bem?

Este ano foi bem desafiador para o pais e para as empresas. O modelo de sociedade de consumo, construído durante os anos Lula e mantido na gestão Dilma, vem enfrentando desafios grandes. Toda essa história de classe média, nova, emergente, com mais de 30 milhões de pessoas entrando no mercado, está, agora, entrando em xeque. A pergunta que se faz é: qual será a segunda pernada desta política econômica? O modelo parece ter chegado ao seu esgotamento, num ambiente macroeconômico pouco favorável. Estamos com pleno emprego, mão de obra escassa, os custos brasileiros continuam altos, a produtividade não cresceu, a indústria em geral vem sofrendo bastante com a concorrência do produto importado. Na Hering, os números de 2013 estão, de certa forma, refletindo essa situação. Crescemos mais que o mercado, mas abaixo de nossas projeções. A nossa sorte é que o modelo de negócios que a gente criou, lá atrás, nos permite buscar alternativas. Eu costumo dizer internamente que temos muita adaptabilidade para ir atrás de oportunidades.

Quais são essas alternativas?

Vamos aproveitar todo o potencial do nosso portfólio. De 2007 até o ano passado, a gente vinha registrando um forte avanço focado essencialmente na marca Hering. Mas temos outras marcas importantes como a Hering Kids, a PUC e a Dzarm. Neste ano, criamos uma plataforma de crescimento baseada justamente na força desse portfólio. Lançamos projetos como a Hering Kids e estamos desenvolvendo um plano para a Dzarm, que hoje é distribuída apenas apenas em canais multimarcas. A partir de agora a marca terá também uma rede de lojas. Então, de certa forma, 2013, ainda que tenha sido um ano morno em termos de receitas, virou um marco para a companhia. Será o ano da terceira onda de crescimento.

O que a marca Hering, o carro-chefe, representa em termos de receita?

Cerca de 70%. As infantis, PUC e Kids, respondem por 20% e a Dzarm fica com os 10% restantes. Claro que investir nas demais marcas não significa tirar o pé do acelerador com a Hering. Recentemente nós divulgamos um estudo, baseados em indicadores do IBGE e da POF, que mostram um grande potencial de crescimento para as Hering Store. Hoje, temos 568 lojas Hering, em quase todos os estados brasileiros. O estudo mostra que há espaço para dobrar esse número.

Como será o projeto Dzarm?

Não posso dar maiores detalhes, até porque este projeto ainda está sendo escrito, desenvolvido. Outra novidade será uma loja Hering voltada ao público feminino, com um formato diferenciado, um novo conceito que eu também ainda não posso divulgar. Para colocar todas essas novidades no mercado, nós fizemos alterações na estrutura da empresa. Principalmente nas áreas de mercado, que a gente chama de marketing comercial. Criamos duas diretorias novas, a partir de uma diretoria que foi extinta, que era de marketing, e separamos as marcas. Temos, agora, uma diretoria para a Hering e outra diretoria para as demais marcas. Trouxemos executivos do mercado e promovemos talentos internos para tocar essas duas diretorias. É, como disse, uma nova era para a companhia.

Mas, com a economia em ponto morto, não é arriscado acelerar desse jeito?

Como disse, em termos de receita registramos um crescimento pouco abaixo de nossas expectativas. Isso ocorreu por dois motivos. Um é o contexto macroeconômico. A gente não está vivendo neste ano um paraíso do consumo de vestuário, como vivemos nos anos anteriores. Mas, em relação a isso, temos muito pouco a fazer. O outro motivo, este sim tem a ver com esforço operacional, foi a baixa performance de vendas nas lojas já existentes. Este é um ponto crítico e não houve crescimento. Foi praticamento zero no terceiro trimestre. O que temos neste momento é realmente um setor onde não há crescimento de demanda. E o que se faz nesses casos? Entra-se naquilo que a gente chama de rouba monte. É o jogo de tirar o consumidor do outro. E esse outro é o concorrente, ou os concorrentes, já que o setor é extremamente fragmentado. O problema é que o ambiente concorrencial está cada vez mais forte e isto exige da gente. Por isso os novos projetos.

E a chegada das marcas estrangeiras ao Brasil (Gap, Forever 21, Topshop)?

Por enquanto a gente não sente reflexo nenhum. era natural acontecer esse desembarque, e acho até que demorou muito. As razões para este atraso estão ligadas, provavelmente, às dificuldades de operar no Brasil. É preciso conhecer o mercado. É um hemisfério com coleções opostas. Também não é fácil operar dentro de um mercado extremamente fragmentado, com muita concorrência. A nosso favor, eu diria que a Hering construiu uma boa barreira para evitar o rouba monte. Não estou dizendo com isso que estamos na situação confortável de ignorar a concorrência. Vamos acompanhar cada passo deles.

Você disse que a Hering está entrando na terceira onda de crescimento. Como foram as outras duas?

Durante um bom tempo, lá pelos meados da década de 90, a companhia teve um foco muito voltado para a indústria. Naquela ocasião, a gente começou a enxergar que o grande ativo que tínhamos nas mãos não eram as fábricas, não era a indústria em si, mas o intangível. Teríamos que trabalhar as marcas e os canais de distribuição. Isso exigiu mudanças significativas em todo o nosso processo. E então mudamos o nosso modelo de negócios. Naquele momento a empresa estava numa situação muito difícil, de endividamento alto. O Brasil vivia taxas de juros de 30%, 40% ao ano, não crescia. O mercado de capitais não existia. Não havia aumento de renda. E, ainda assim, nós conseguíamos fazer esse movimento de reinventar a empresa. Criamos a rede Hering Store e fomos reestruturando. Em 2005 tínhamos esse modelo montado e, aí sim, nos preparamos para voltar a crescer. Em 2006 fizemos um novo plano de negócios. E no ano seguinte abrimos o capital, iniciando o segundo ciclo de crescimento.

O que mudou na companhia com a abertura de capital?

Hoje, 69% do nosso capital é free float (está no mercado). Temos investidores de todas as partes do mundo. Nossa estrutura de capitais é moderna. Não somos uma corporation pura, que não tem um dono. O investidor gosta de nosso modelo porque tem uma família no comando - sem ser controladora - que entende do negócio e quer ficar no negócio no futuro. É o modelo que vem dando certo. É só olhar os números. Hoje a nossa geração de caixa é maior que o faturamento que a gente tinha em 2006, o ano anterior à abertura de capitais. Está por volta de R$ 500 milhões de reais. Em 2006 nós faturávamos R$ 400 milhões. No ano passado chegamos a R$ 1.8 bilhão em vendas. É uma história de crescimento muito forte. Saímos de 150 lojas para mais de 500 lojas hoje de Hering Store.

Quantas são franquias?

A maioria das Hering Store é franqueada. Nós temos hoje 50 lojas próprias. Em número de lojas, menos de 10% são próprias. Em termos de receita é um pouco mais, porque essas lojas estão em locais de grande movimentação, com faturamento mais alto. Esse é o modelo que a gente tem para operar. No fundo, o que criamos na companhia foi um modelo de rede. Nós temos diversos stakeholders, tanto na parte de distribuição (as lojas) quanto na de produção. A gente tem um sistema híbrido, com fabricação própria, terceirizada e importação. Não somos mais uma empresa de Santa Catarina. Somos uma companhia que produz em Santa Catarina, Goiás, no Rio Grande do Norte, na Ásia... Tudo com parceiros. Criamos a grande família Hering.

Dzarm também deve seguir o mesmo modelo?

Sim.

Aquisições estão no radar?

Não como prioridade na agenda.

Fonte: Revista Época Negócios dezembro/2013.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Vendas de final de ano: é hora de fazer o básico!

Por mais incrível que possa parecer, o ano de 2013 já chega ao seu crepúsculo. E junto dele chega a época mais movimentada de vendas para inúmeros setores da economia (destaque especial ao varejo). É nesta época que muitos se questionam e outros tantos me perguntam sobre o que é preciso fazer para vender mais e melhor. E para te ajudar a fazer não apenas do seu final de 2013 um gigantesco sucesso de vendas mas também anos melhores para você e seu negócio, eu compartilho uma Dica de Ouro, que se aqui se divide em 5 grandes tópicos: É hora de fazer o básico!!


  • Básico é entender de forma verdadeiramente interessada os desejos e anseios dos clientes para somente depois atendê-los bem. Portanto, antes de atender busque entender o que o seu cliente busca (Entendimento é ainda mais essencial que um bom atendimento!);
  • Básico é ter uma atitude positiva, entusiasmada e proativa diante dos clientes e dos inúmeros desafios que fazem parte da rotina dos vendedores vencedores (Proatividade é o nome do jogo! Tenha entusiasmo, que nada mais é que ter “Deus dentro de si”)
  • Básico é ter em mente que SER vendedor e vendedora é uma atividade absolutamente nobre que permite que pessoas e empresas resolvam seus problemas e realizem seus sonhos (Ter orgulho de SER vendedor);
  • Básico é investir de forma contínua no desenvolvimento pessoal e profissional para se tornar um(a) profissional de vendas diferenciado, valorizado e que realiza sua verdadeira missão na Terra (Vendedor Vencedor é aquele que investe de forma incansável em seu próprio desenvolvimento profissional, sem esperar que os outros o façam por ele);
  • Básico é estudar e entender de forma profunda o mercado em que atua, os produtos e serviços que vende, as ofertas dos concorrentes, as principais tendências em seu mercado específico e acima de tudo os anseios, expectativas e sonhos dos clientes, incluindo aí as necessidades que nem sequer ainda foram identificadas por eles (Amar o que faz e estudar para se tornar sempre melhor!).

Faça o básico sempre com a certeza de que nunca foi tão fundamental o processo de humanização das vendas. Clientes querem viver experiências realmente inesquecíveis e só consegue oferecer isso que sabe fazer o básico bem feito para assim se diferenciar da concorrência. Seja diferente ao fazer o básico, com a certeza de que é ao fazer o básico bem feito que você se torna um(a) Campeão(ã) de Vendas!

E para fechar com chave de ouro as dicas de hoje, mais uma Dica de Ouro aplicável a todos nós: Paixão e Tesão pelo que se faz. Sem os dois fica muito difícil alcançar o tão sonhado Sucesso!

Sucesso e boas vendas!

José Ricardo Noronha

Fonte: http://josericardonoronha.com.br

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

9 frases que líderes extraordinários dizem todos os dias

Você está no comando, mas isso não significa que é o mais inteligente, esperto ou mais perspicaz que todos os seus funcionários. (Getty Images) 
Dizer as palavras certas, nos momentos certos, é a principal chave para ser respeito e querido por colegas, funcionários ou clientes. Veja quais são elas

Por Luiza Belloni Veronesi


“Eu estou pensando que...”

Você está no comando, mas isso não significa que é mais inteligente ou perspicaz que todos seus funcionários. Dê razões e justifique suas decisões, esclareça sua lógica e não posicione uma ideia por sua autoridade. Apesar de tomar muito tempo para explicar suas decisões e discuti-las, também irá aparecer boas ideias para melhorá-las.

“Eu estava errado”

Quando você está errado, o melhor jeito de consertar isso é dizer que você estava errado. Você não vai perder o respeito, mas sim ganhá-lo.

“Isso foi incrível”

Ninguém recebe elogios o suficiente. Ninguém. Todos os dias escolha alguém de sua equipe que fez ou está fazendo algo e diga: “Uau, isso está muito bom!”. O louvor é um presente que custa ao doador, mas nada é em vão para o destinatário. Comece a elogiar. As pessoas ao seu redor vão lhe amar por isso e até mesmo você se sentirá melhor, sabendo que está fazendo pessoas mais felizes.

“Muito obrigado”

Depois de ser o doador, pense no momento em que você é destinatário. Você agradece todas as pessoas pelo que elas fazem por você? Seja buscar um café, entregar um relatório ou abrir a porta. Agradecer, além de ser questão de educação, também proporciona um pequeno - mas essencial - sentimento de recompensa. Olhe nos olhos das pessoas e diga: “Muito obrigado! Isso está muito bom”.

“Você pode me ajudar?”

Todas as pessoas gostam de se sentir importantes e quando você pede ajuda a elas, independentemente do que seja, você se torna mais sincero e humilde. E no processo, você vai respeitar e ouvir mais as pessoas - o que, aliás, são todas as qualidades de um grande líder e um grande amigo.

“Eu sinto muito”

Certos momentos, pedir desculpas é pouco. Quem é prejudicado pelo erro, muitas vezes, se sente mal por isso, seja por palavras, ações, omissões, etc. Diga que está arrependido. As desculpas são apenas portas de entrada para outras palavras mais “expressivas”. Nada de seguir um pedido de desculpas com avisos como “Mas eu pensei que você fosse...”.

“Você pode me mostrar como faz?”

Conselho é temporário, o conhecimento é para sempre. Peça ajuda, mas não apenas para as outras fazerem algo por você e sim para aprender aquilo. Quando você pede para ser ensinado várias coisas acontecem: você implicitamente mostra respeito àquele que o ajudou, você mostra que confia em sua experiência, habilidade e conhecimento, e você começa a avaliar melhor o valor da ajuda.

“Deixe-me lhe ajudar”

Muitas pessoas veem pedir ajuda como um sinal de fraqueza. Sendo assim, pode ter certeza de que muitos dos seus colegas ou empregados estão precisando de um ombro amigo mesmo sem dizer. Não basta um “Há algo que eu posso lhe ajudar?”, isso é só vai gerar “Não, estou bem”.

Seja específico. Encontre algo que você realmente pode fazer a diferença, como “Eu tenho alguns minutinhos. Posso ajudá-lo a terminar isso?”. Ofereça sua colaboração. Mesmo que seu trabalho não seja o problema, para quem está triste qualquer gesto solidário serve como uma ajuda.

"Nada"

Certas horas, a melhor coisa é dizer nada. Se você está estressado, frustrado ou com raiva, fique quieto. Você pode pensar que desabafar vai lhe fazer melhor, mas não no ambiente de trabalho - inclusive se o problema envolver a empresa.

Os seus problemas vêm e vão, mas os sentimentos são para sempre. Criticar um empregado na empresa pode soar como uma “lição para sua vida” para você, mas por dentro, ele perderá aquela consideração que você já tinha conquistado.

Antes de falar, gaste mais tempo considerando como os funcionários irão pensar e sentir. Analise as consequências. Você pode facilmente se recuperar de um erro cometido por causa de dados defeituosos ou projeções imprecisas, mas não irá resgatar a confiança e a motivação deles.


Fonte: www.infomoney.com.br