terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Cílios gigantes, pinturas corporais, bodies e mais: veja o que vai ser tendência nos blocos de Carnaval 2018


Coleção DZARM. Carnaval 2018

Com que fantasia você vai nos blocos de rua deste ano? A gente conversou com as meninas do As Batucas, de Porto Alegre, para descobrir o que vai ser tendência no Carnaval 2018.

Faça você mesma

– Vou montando aos poucos, comprando uma coisa, fazendo a outra, e não precisa muito pra sair “fantasiado” no Carnaval. Acho que peças levinhas, cores e glitter (e muita empolgação, é claro) já fazem um carnaval bem lindo – diz Jaqueline Crestani, das Batucas.

A meia arrastão é tendência, mas, no Carnaval, chega com um toque a mais: as aplicações com flores, borboletas e decorações. O jeito mais fácil de personalizar a sua é aplicando pequenas pedrarias.


Adesivo de pedraria e muuuuito glitter

Os adesivos de pedraria são lindos e fáceis de aplicar. Gabriela Anhaia, das Batucas, dá a dica de comprar glitter por quilo no centro de Porto Alegre: sai mais barato, dá pra rachar com as amigas e se jogar no brilho. Outra dica da Gabriela é apostar no glitter ecológico, que não prejudica a vida marinha e o ecossistema.



Tiaras de frutas

Carmen Miranda não tem erro! É verão e supertropical, né?!

Bodies e maiôs

Eles estão em todas as vitrines e nas dicas para looks de Carnaval. Os bodies, maiôs e collants chegam alegres e criativos. As estampas queridinhas da estação são unicórnio, sereia, arco-íris e flores. 


Cílios gigantes e decorados

Dá para encontrar os mais coloridos e criativos possíveis! Tamanhos grandes, cores fortes, decorações e formatos diferentes também estão com tudo para completar a make.



domingo, 4 de fevereiro de 2018

Nova Loja Varejo Qualificado Hering Kids e PUC em Cabrobó - PE


Na sexta-feira, dia 02/02/2018 foi inaugurada mais uma loja Varejo Qualificado Hering Kids e PUC na cidade de Cabrobó - PE.

Parabenizamos os sócios proprietários Jussara e Rivelino, que não mediram esforços para realizarem esta linda festa na cidade, que encantou as crianças, familiares e amigos.

Estamos orgulhosos com esta parceria!

Assista a seguir ao vídeo com as imagens. É apenas um minutinho...

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Nova loja Varejo Qualificado PUC e Hering Kids em Caruaru - PE


A importante cidade de Caruaru (PE) com quase 300 mil habitantes, conta agora com uma belíssima loja de moda infantil, revendendo exclusivamente as prestigiadas marcas de renome nacional, a PUC e a Hering Kids, localizada à Rua Saldanha Marinho, 945, no bairro Maurício de Nassau.

Trata-se da Tonton Kids & Teens Roupas e Acessórios para bebês, crianças e adolescentes! Acompanhe a loja em @tontonkidseteens.

Falando sobre as marcas, a PUC é vibrante, ativa, cheia de energia. Com roupas coloridas, ricas em estampas, cheias de novidades sempre e com muita mistura.

Veste crianças de 2 a 16 anos e bebês. Traz coleções com um jeito alegre, dinâmico, transado e muito confortável. Destaque para os pijamas que brilham no escuro.

Já a Hering Kids tem roupas que permitem que a criança viva na prática uma infância plena e saudável. São produtos que combinam estilo e conforto, para que os pequenos explorem o mundo ao seu redor.

É uma marca amiga da criança e gosta de se transformar com ela. Tem uma personalidade livre, natural e espontânea e atende o público de 0 a 16 anos.

Parabenizamos os empresários Raquel e Diogo por terem escolhido essas marcas da Cia. Hering como parceiras para este empreendimento maravilhoso.

Veja abaixo, imagens da loja.





domingo, 10 de dezembro de 2017

Vestidos para casamento na praia: 7 passos para acertar no look

Coleção DZARM Alto Verão 2018
No clima litorâneo, as convidadas do casamento devem optar por produções mais leves e com pouco brilho.


Em um casamento na praia, espera-se que os looks com a cara do litoral sejam adotados por todos, da noiva à convidada distante do casal (quando eles são colegas de trabalho de seu parceiro ou sua parceira e, mesmo assim, o convite é extensivo a você, sabe?). Leveza é a palavra de ordem.
O tecido do vestido, assim como sua cor e tudo que o rodeia – acessórios, maquiagem e cabelos – devem ser pensados para haver harmonia com o mood da cerimônia e da festa.

Conversamos com a personal stylist e consultora Larissa Lanzo e com a personal stylist e produtora Marina Casemiro para entender direitinho como acertar no look para casamentos na praia. Além disso, inspire-se com os 12 modelos que selecionamos para você (Incluindo os looks DZARM).



1. Entenda o ambiente do casamento
A cerimônia será pé na areia ou indoors? E a festa? “Estes são detalhes importantes para a decisão do comprimento do vestido. Se em algum momento for preciso passar pela areia, os longos devem ser evitados. Neste caso, é melhor ir com um midi ou um curto”, sugere Marina. Já os casamentos de praia realizados totalmente em ambientes fechados, como igrejas e buffets, permitem qualquer comprimento de vestido.

2. Opte por tecidos leves para o vestido
Nem pense em tecidos brilhantes, como cetim e tafetá; eles não têm nada a ver com praia. “O ideal é usar looks com tecidos leves, que deixam a pele respirar e combinam mais com ambientes tropicais. Aí entram o algodão, a seda, o crepe e o linho”, diz Larissa. Ela ressalta que os tecidos naturais são mais gostosos de vestir, permitem ventilação e têm um toque mais agradável. Tudo que remete à tranquilidade litorânea.


3. Escolha a cor do vestido de acordo com o horário da cerimônia
Marina e Larissa recomendam que para os casamentos realizados de dia seja dada preferência a cores suaves e estampas delicadas, com pouco contraste. Para cerimônias e festas noturnas, a partir das 18h, os tons escuros estão liberados – evite usar preto, de toda forma –, assim como as estampas mais extravagantes e um pouco de brilho.

Mas não é porque você vai com um vestido clarinho que pode aparecer de branco ou off white, ok? A regra de não “rivalizar” com o vestido da noiva vale para todos os ambientes e ocasiões.

4. Evite sapatos de salto alto
Em casamentos pé na areia, os saltos altos são contraindicados por uma questão de praticidade e conforto: não há condições de afundar os pés na areia a cada passo e curtir o evento. E mesmo nos casamentos indoors fica complicado pensar em ir com um saltão, porque ele dificilmente terá a ver com o vestido leve. As melhores pedidas para os pés em casamentos na praia são os sapatos flat (sandálias rasteiras e sapatilhas, por exemplo).

5. Quanto menos brilho nos acessórios, melhor
Todo tipo de excesso – brilho, cor, estampa, decote, fendas – foge da proposta de um casamento na praia. Brincos, colares e pulseiras dispensam as pedras brilhantes. Para sapatos e bolsas, a escolha dependerá do padrão do tecido. “Se ele for estampado, escolha acessórios que tenham um tom em comum com a roupa”, orienta Larissa. Ela lembra que tons neutros, como o nude, combinam com tudo e são apostas certeiras.

6. Faça uma maquiagem suave
Menos é mais na make para um casamento na praia. Sabe aquele olhão marcado ou aquele bocão que você faz para ir à balada? Esqueça deles! Batom cor de boca, olhos suaves e pouco blush ornam melhor com o mood do litoral.

7. Vá com os cabelos bem naturais
Tanto faz se seus cabelos são lisos, ondulados, cacheados ou crespos: eles devem ir bem ao natural ao casamento na praia. Isso significa ficar longe de penteados extravagantes, estruturados, cheios de apliques. Ir com eles soltos ou levemente presos – um preso lateral é uma ótima ideia – é garantia de sucesso.

por RAQUEL DREHMER

Fonte: http://vogue.globo.com

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

A Hering é uma das marcas brasileiras mais valiosas de 2017


São Paulo, 30 de novembro de 2017 – A Interbrand, consultoria líder de marcas no mundo, anuncia o ranking das 25 Marcas Brasileiras Mais Valiosas em 2017. A divulgação oficial aconteceu na noite de ontem (29), durante evento na Escola Britânica de Artes Criativas (EBAC), na capital paulista.

“Se, por um lado, o cenário político continua flutuante e a tímida retomada da confiança no ambiente econômico promete uma recuperação lenta e a longo prazo, por outro, o Ranking das Marcas Brasileiras Mais Valiosas de 2017 nos mostra que os resultados de um bom trabalho de marca em tempos de cautela aparecem rápido”, declara Daniella Bianchi, diretora geral da Interbrand São Paulo.

Para a executiva, o ranking deste ano deixa claro: marcas que souberam combinar boa gestão, espírito empreendedor e consistência nos tempos mais difíceis não só se protegeram, como também saíram na frente. Muitas delas ganharam impulso a partir de movimentos ousados de fusão e aquisição, enquanto outras responderam rápido aos desafios impostos pela proliferação e crescimento das marcas da nova economia.


sábado, 11 de novembro de 2017

O futuro da Representação Comercial está prestes a mudar!

Sei que 7 minutos são extremamente longos na vida de qualquer um.

Porém, o assunto do vídeo a seguir interessa a mim, que sou representante comercial e a você, amigo e colega representante. Se você assistir ao vídeo, poderá pagar menos imposto em 2018.

Se não assistir, continuará a pagar os impostos exorbitantes e extorsivos. Você decide....

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Dicionário de moda para decifrar as terminologias da indústria têxtil


Cada setor possui sua linguagem específica, com termos que só quem está envolvido no processo sabe o significado. O mesmo acontece com a Indústria Têxtil, que possui tantas terminologias próprias, que muitas delas são desconhecidas até por quem trabalha no segmento.
Para esta edição do All Work, o All Lingerie separou uma série desses termos, empregados principalmente à matéria-prima ou componentes da produção da mesma.
Confira abaixo:

Acabamento branco: Produto químico, conhecido como alvejante, corante (branco ótico) que confere cor branca ao tecido.

Carda: Máquina destinada a realizar a limpeza, paralelização e homogeneização das fibras no processo de fiação.

Cetim: Tipo de ligamento de fios, para formação de um tecido, similar a sarja, porém utilizado em repetições de 5 a 12 fios de urdume e trama (ou seja, o fio de trama passa sobre 5 a 12 fios de urdume para, em seguida, inverter-se e passar sob mais 5 a 12 fios de urdume). A principal diferença entre os dois ligamentos é que a diagonal é claramente visível na sarja e não é claramente visível no cetim, pois ela é intencionalmente interrompida para formar uma superfície lisa e brilhante.

Estiragem: Processo que consiste em afinar a mecha para transformá-la em pavio e posteriormente o pavio em fio.

Falso Tecido: Termo genérico usado para descrever um tecido que não possui fios entrelaçados na sua formação. São obtidos em forma de véus, com uma ou mais camadas, formados por fibras ou filamentos desorientados que são consolidados por meio mecânico, químico ou térmico.

Fibra artificial: Fibra derivada da solubilidade da celulose natural da polpa da madeira ou do línter de algodão.

Línter do Algodão: Fibrilas retiradas do caroço do algodão.

Fibra descontínua: Segmento de matéria prima têxtil (fibra de algodão, fibra cortada de poliéster) em forma linear, de comprimento definido. É chamado simplesmente de fibra ou, quando derivada de algum processo de corte, é denominado de fibra cortada.

Fibra sintética: Fibra produzida com monômeros derivados do petróleo, com os quais se sintetiza o polímero que, por sua vez, irá constituir a fibra.

Filamento contínuo: Segmento linear de comprimento longo.  O conjunto de três ou mais filamentos paralelizados forma o fio multifilamento contínuo. Se o fio for constituído por um único filamento, denomina-se monofilamento. Os fios multifilamentos contínuos podem ser lisos ou texturizados.

Fio cardado: Fio produzido com fibras descontínuas ou cortadas. O processo se inicia com a limpeza e paralelização das fibras na carda, formando uma mecha que posteriormente é estirada em duas etapas, nas passadeiras e nas maçaroqueiras, formando um pavio ligeiramente torcido que, por sua vez, será ulteriormente estirado e torcido até se tornar o fio. Esta operação é executada no filatório à anel e o produto final é entregue em espulas. Como as fibras não são todas do mesmo tamanho, nem estão perfeitamente paralelizadas, o fio possui pilosidade (aspecto peludo) e ligeiras irregularidades.

Espula: Tubo de pequeno diâmetro que se acondiciona o fio que sai imediatamente do filatório a anel;

Filatório a anel: Máquina destinada a produzir o fio, também conhecida como Ring.
Fio Elastomérico: Fio que possui, como principal característica, o elevado alongamento (elasticidade), que pode chegar a sete vezes o seu comprimento original.

Fio Fantasia: Fio composto de dois ou mais fios diferentes, seja na cor ou em seu efeito, tais como: fio grosso/fino, fio feito com recursos mecânicos em seu processo de fabricação como o fio flamê e o fio botonê, etc…

Fio Botonê: Fio que apresenta acúmulo de fibras em pontos pré determinados, o que acarreta na formação de “bolas” de fibras;

Fio Flamê: Fio que apresenta pontos mais grossos e pontos mais finos em sua extensão.
Fio monofilamento ou multifilamento liso: É aquele onde os filamentos são lisos e podem se apresentar paralelos entre si ou torcidos. Os fios multifilamento lisos, prontos para o uso das tecelagens e malharias, são denominados FOY ou FDY, (do inglês Fully Oriented Yarns ou Fully Draw Yarns) que significa fios totalmente orientados ou fios totalmente estirados. Estes fios são estabilizados e não se estendem facilmente quando tracionados.

Fio monofilamento ou multifilamento POY: Fio constituído de filamentos cujas moléculas se apresentam parcialmente orientadas. Este fio não é utilizado diretamente na produção de tecidos, isto é, ele deve ser previamente submetido a uma operação de estiramento ou de estiramento com texturização. São conhecidos pela designação de “POY” (do inglês Partially Oriented Yarns). Por este motivo, quando tracionados, se estendem com certa facilidade e não voltam mais ao seu comprimento original.

Fio monofilamento ou multifilamento texturizado: Fio que apresenta um aspecto encrespado, obtido através de fios lisos submetidos a processos mecânicos/térmicos que visam proporcionar maior volume, isolamento térmico, absorção de umidade e elasticidade ao fio.

Fio misto: Fio composto de dois ou mais fibras diferentes, como por exemplo: poliéster/algodão.

Fio “open-end” ou fiação a rotor: Neste tipo de fiação, uma única máquina realiza as operações de estiragem, afinamento da mecha da carda e de torção, sem haver a necessidade de processar o material na passadeira e na maçaroqueira. O fio resultante é menos resistente, mas com aspecto mais regular. Neste processo, a mecha da carda é diretamente fiada, isto é, a estiragem e a torção ocorrem no rotor da máquina. Desta maneira, as fibras não possuem a mesma coesão, como nos fios cardados e penteados. Nos fios Open-End, as fibras não têm o mesmo grau de adesão dos fios produzidos no processo Ring ou fiação a anel. Assim, para se ter uma resistência equiparada a destes outros fios, aumenta-se o número de torções na saída do fio no rotor, tornando-o mais resistente.

Rotor: Peça da máquina “open-end” que gira em alta velocidade para afinar e estirar a mecha, transformando-a em fio.

Fio penteado: É o fio que, após a operação de limpeza primária na carda, passa por um processo de penteagem, melhorando a paralelização das fibras e eliminando as fibras mais curtas. O resultado é um fio mais regular, menos piloso, mais resistente e elástico do que o fio cardado, além de mais limpo.

Fio Retorcido ou retorcido múltiplo: Fio obtido através da retorção de dois ou mais fios simples (singelos), com o objetivo de aprimorar determinadas características, como sua resistência e sua regularidade. Os fios retorcidos são mais regulares, pois as eventuais irregularidades dos fios simples são diluídas em seu processo de fabricação, já que dificilmente coincidem no mesmo trecho do fio retorcido. Por este motivo, e pelo fato da retorção prender ainda mais as fibras dos cabos que o formam, este fio é mais resistente que o fio simples.

Fio tinto: Fio colorido, ou seja, que passou por um processo de tingimento.

Largura: É a distância contida de uma ourela à outra do tecido.

Ourela: São as bordas do tecido, geralmente com textura diferente e número de fios maior que o tecido.

Maçaroqueira: Máquina destinada a realizar a estiragem e torção da mecha, diminuindo seu diâmetro até se tornar um pavio.

Mecha: Conjunto de fibras que saem da carda num diâmetro ainda bastante superior ao do fio, relativamente limpa, paralelizada e homogeneizada.

Passadeira: Máquina que realiza a junção de mechas que saem das várias cardas, para proporcionar melhor homogeneização ao material. Na passadeira, o material continua a ser entregue em forma de mecha, porém, mais paralelizada, homogeneizada e limpa.

Pavio: Conjunto de fibras que saem da maçaroqueira num diâmetro um pouco superior ao do fio e com alguma torção.

Peso por metro quadrado ou gramatura (g/m²): É a quantidade de gramas contidos em um metro quadrado de tecido.

Ring ou fiação a anel: No processo de produção de fios cardados e penteados, a fase de consolidação do fio é realizada no filatório à anel, também chamado de Ring. Nesta fase, o pavio de maçaroca é estirado e torcido até se tornar fio. A máquina é regulada de acordo com o título do fio a ser produzido.

Maçaroca: Nome que se dá ao acondicionamento do pavio na maçaroqueira.

Sarja: Tipo de ligamento de fios que forma o tecido. Tem como principal característica, o desenho diagonal no tecido (ripado). Dependendo do número de fios utilizados no ligamento, a sarja apresenta- se com maior ou menor efeito de ripa. Exemplos: Sarja 2/1: o fio de trama passa sobre um fio de urdume e baixa sob dois fios ou vice-versa, em repetição com deslocação contínua dos pontos de ligamento. Sarja 3/1: o fio de trama passa sobre um fio de urdume e baixa sob três fios ou vice-versa, em repetição com deslocação contínua dos pontos de ligamento.

Estamparia: Processo que consiste na aplicação de gravuras no tecido. Sua principal característica é que o lado avesso do tecido mantém aspecto original anterior ao processo de estamparia.
Tecido de malha: A malha é um tipo de ligamento de fios para a formação de um tecido. O fio assume a forma de laço que passa por dentro do laço de outro fio e assim sucessivamente. Essas laçadas (malhas), em formato de tricô, se sustentam entre si e são livres para se moverem umas sobre as outras quando submetidas a tensão, seja no sentido da largura, seja no sentido do comprimento do artigo.

Tecido felpudo: Tecido atoalhado próprio para confecção de toalhas ou roupões de banho.

Tela: Tipo de ligamento de fios para a formação de um tecido. Também conhecido por ligamento tafetá. O fio de trama sempre cruza com um fio de urdume, uma vez por cima e outra por baixo. Os tecidos deste grupo têm as duas faces iguais. (praticamente não tem avesso).

Tingimento: Processo no qual se colorem fibras, fios, tecidos, artigos confeccionados e outros materiais, de forma que o corante se converta em parte integrante do produto ou matéria.

Título do fio: Metodologia utilizada para determinação da finura, ou grossura de um fio, ou seja, mede a relação entre o peso e a medida de um determinado fio. Pode ser definido de duas formas:
1. Direto – mede o peso existente de uma medida pré-definida. Exemplo: Título em Tex: nº de gramas existentes em 1.000 metros de fio. Este sistema é o único normalizado mundialmente e incorpora múltiplos dentre os quais o mais importante é o dtex, que é nº de gramas existentes em 10.000 metros de fio. Fio 20×1 tex: Expressa que 1.000 metros de fio pesa 20 (vinte) gramas.
2. Indireto – medida existente numa quantidade de peso pré-definida Exemplo: Título Inglês (Ne): Expressa quantas jardas de fios são necessárias para se chegar a 1 (uma) libra. – Fio Ne 20/1: Expressa que 20 (vinte) jardas de fio pesa 1 (uma) libra.

Torção: Processo da fiação que tem por objetivo a junção das fibras para a formação do fio. Este processo confere coesão entre as fibras. É medida em número de voltas por unidade de comprimento.

Trama: Conjunto dos fios passados no sentido da largura (transversal) do tear que se entrelaçam com os fios de urdume.

Urdume: Conjunto de fios dispostos paralelamente no tear de forma perpendicular à trama e por entre os quais passam se entrelaçam os fios de trama.

Fonte: Sinditêxtil-SP | Foto: reprodução
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