Você pode dispor dois minutos e quarenta e sete segundos do seu tempo para assistir ao vídeo a seguir?
Certamente é assunto do seu interesse, pois fala sobre uma nova linha de crédito para Capital de Giro.
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domingo, 23 de abril de 2017
sexta-feira, 14 de abril de 2017
Feliz Páscoa?
É Páscoa. O violento Drama da Paixão de Cristo invade nossas mentes e almas. Choramos, porém ao epílogo, no sábado de Aleluia, como não se alegrar pela vitória d'Aquele que tão injustamente foi condenado à paixão?
No entanto, nós, brasileiros, que neste período somos ultrajados pelo coelho e seu ovo de Páscoa, numa maquiagem ridícula da realidade em que vivemos, podemos comemorar o que?
Assista ao vídeo a seguir e peçamos a Deus que Ele ilumine os brasileiros. Que a nossa redenção possa ser a conquista da verdadeira cidadania. Que possamos participar da vida política com discernimento e deixarmos de ser joguetes nas mãos dos políticos inescrupulosos, que nos jogaram nesse vale de lágrimas!
No entanto, nós, brasileiros, que neste período somos ultrajados pelo coelho e seu ovo de Páscoa, numa maquiagem ridícula da realidade em que vivemos, podemos comemorar o que?
Assista ao vídeo a seguir e peçamos a Deus que Ele ilumine os brasileiros. Que a nossa redenção possa ser a conquista da verdadeira cidadania. Que possamos participar da vida política com discernimento e deixarmos de ser joguetes nas mãos dos políticos inescrupulosos, que nos jogaram nesse vale de lágrimas!
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Clipping DZARM dez/16 - fev/17
A marca DZARM. é uma das "queridinhas" dos Editoriais de Moda. Prova disso, é que pelo menos nove revistas diferentes publicaram em seus editoriais, algumas mais de uma vez, matérias onde os produtos DZARM. são citados como uma ótima sugestão de compras.
Além das revistas, diversos sites especializados, tal como o "Glamurama", também fizeram editoriais com a presença da DZARM.
Confira abaixo quais foram as matérias. Para ampliar, basta clicar no ícone "exibir os slides em tela cheia".
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Os casacos da SPFW para o Inverno 2017
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| Imagens dos catálogos DZARM Outono/Inverno 2017 |
Nas passarelas da SPFWN/2017, foram desfilados casacos para todos os gostos e níveis de frio, mas não dá para negar que os clássicos foram os grandes destaques da temporada.
Shapes já conhecidos como as jaquetas perfecto, bomber e parkas, acrescidas de detalhes, bordados e recortes em materiais diferenciados, dando uma cara nova para as figurinhas já conhecidas dos nossos armários.
Independente do modelo uma característica que se destacou bastante foi a tendência para peças oversized, aquelas com modelagens mais amplas e shapes mais afastados do corpo.
Confira:
Jaqueta Perfecto
Símbolo de rebeldia e queridinha da moda jovem desde os anos 50, a jaqueta perfecto aparece em versões clássicas, no couro preto com detalhes de peles e pequenas texturas. Um item atemporal e investimento garantido!
Ellus 2ND Floor e Animale
Ellus e TIG
Jaqueta Bomber
O modelo bomber também veio de outras temporadas e promete aquecer o inverno 2017. Nessa estação, tecidos metalizados, macramês, bordados, transparências e sobreposições ficam responsáveis pela renovação da peça, perfeita para compor looks mais despojados.
PatBo e Ellus 2nd Floor
Sissa e Memo
Parkas
Desde que foi criada, a parka se transformou em um desses itens que nunca saem de moda. Na Europa, elas fazem o maior sucesso durante todos os invernos, protegendo do frio de uma maneira casual, despojada. Por aqui, as parkas chegam tanto na versão tradicional (em verde militar) quanto nas versões mais decoradas, com bordados, patches e até mesmo paetês.
Ellus 2nd Floor e Apartamento 03
Osklen e TIG
Moletons
Embarcando na onda da francesa Vetements, os moletons mais desejados do Inverno 2017 são os hoodies (modelo com capuz) oversized, com comprimentos alongados e mangas bem compridas, que marcaram os desfiles da Osklen e Juliana Jabour. Os modelos mais tradicionais também seguem bem cotados, e ganham estampas, bordados e recortes criativos, com uma pegada bastante streetwear.
Osklen e Juliana Jabour
A La Garçonne e PatBo
Puff Jackets
Após fazer um sucesso estrondoso nas últimas temporadas internacionais, as puff jackets aterrissam em solo brasileiro de maneira tímida, mas cheia de personalidade. Esses casacos, originalmente desenvolvidos para enfrentar a neve, são leves e caracterizados pelo enchimento em plumas. As costuras dão um efeito especial, mas as versões lisas, como a da UMA, também tem seu charme.
Ellus 2nd Floor e TIG
UMA by Raquel Dawidovicz e Ellus 2nd Floor
Robes
No embalo da febre do Sleepwear, o casaco tipo robe invadiu as passarelas e se transformou rapidamente em um item de desejo, trazendo glamour e conforto até mesmo para os looks mais básicos. Com shape mais alongado, ele aparece tanto sem abotoamento quanto amarrado na cintura por uma faixa, de uma maneira bem boudoir. Lãs, veludos, sedas e paetês são os tecidos da vez, deixando o look luxuoso e sensual na medida certa.
Lilly Sarti e Vitorino Campos
TIG e Apartamento 03
quarta-feira, 29 de março de 2017
Vestidos do Verão 2018 em 4 super tendências
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| Coleção DZARM Primavera 2017 |
Babados, transparências e cores vibrantes dão o tom para o verão 2018, que segue fortalecendo algumas tendências que já despontavam nas temporadas anteriores. Confira abaixo nossa seleção com os principais destaques em vestidos do verão 2018:
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| 3.1 Phillip Lim, Banana Republic, DKNY – Vestidos do Verão 2018 |
A camisaria foi reinventada nas últimas temporadas, com shapes desconstruídos e releituras mais modernas, que tiram o aspecto de seriedade da peça. Os vestidos camisa são uma das grandes sensações da vez, trazendo formas inovadoras e bastante confortáveis para os looks. Quanto as cores, aposte principalmente no branco e no azul clarinho, tradicionais da camisaria, que ganham um twist super interessante quando associados às listras fininhas.
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| Coleção DZARM Primavera 2017 |
Vestido camisa em versão com recorte nos ombros, que garantem um look moderno.
Vestido Camisa – Vestidos do Verão 2018
Os modelos listrados, que imitam a camisaria tradicional, estão entre os mais vistos nas ruas
Vestidos do verão 2018: camisaria desconstruída!
Amarelos Solares
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| Jason Wu, Erin Fetherson, Creatures of Comfort, Kate Spade NY |
Uma cor otimista e ideal para os dias quentes: o amarelo, com toda a sua ampla gama de tonalidades (do baunilha ao mostarda) é muito explorado nessa estação. Luminosos e solares, esses tons realçam o corpo bronzeado e deixam qualquer look mais alegre. A cor funciona nos mais variados tons de pele, das branquinhas até as negras, basta escolher a tonalidade que você preferir. Nos shapes, aposte nas modelagens românticas com tecidos fluidos e detalhes com transparência para eventos especiais; no dia-a-dia, as modelagens mais minimalistas também funcionam super bem.
Amarelo mostarda, em modelos ultra leves – Vestidos do Verão 2018
Vestidos do Verão 2018: amarelos
O amarelo vibrante fica lindo combinado com azul!
Listras de Verão
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| Coleção DZARM Primavera 2017 |
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| Milly, Opening Ceremony, Rose Assoulin e Lacoste |
As listras prometem ser a estampa da vez nesse verão. Com toque navy, elas tiram inspiração das antigas cadeiras de praia, com cores quentes e acesas. A ideia principal é brincar com as composições, variando a espessura, os tons e as direções para criar padronagens nada básicas.
Para deixar as listras mais atuais, opte por modelos que brincam com diferentes cores e espessuras.
Vestidos do Verão 2018: listrados
Listras por todos os lados!
sábado, 25 de março de 2017
#Anos50 – Gifs animados com imagens dos anos 50 – História da Moda
Os anos 50, no Brasil conhecidos como Anos Dourados, é considerada a década do glamour.
O período experimenta o fim da guerra e para a moda isso representa o fim do racionamento dos tecidos. Sendo assim, para se recuperar desse difícil período de contenções, a mulher se torna extremamente feminina e glamourosa com uma nova silhueta – o New Look Dior.
Cinturas super marcadas, saias volumosas ou com modelagem lápis, saltos altos, luvas e outros acessórios de luxo, tudo feito com muito tecido e primor.
As moças daquela época que eram da classe média, usavam geralmente saias com pregas, saias e vestidos com modelagens godês ou lisas, nada muito extravagantes, além da feminilidade dos lenços que eram amarrados ao pescoço. O sonho de grande parte delas eram se casar, ter filhos e ser uma ótima dona de casa.
Estilistas como Cristobal Balenciaga, Hubert de Givenchy, Pierre Balmain, Chanel, Ninca Riccci e Christina Dior transformaram os anos 50 em uma época de muito glamour e sofisticação.
Os dois grandes símbolos de beleza que marcaram os anos 50 foram Marilyn Monroe e Brigitte Bardot.
Outro fato marcante da década é a popularização do O Rock and Roll que surgiu dos termos – To rock (Balançar) e To roll (Rolar). O rock unia um ritmo rápido com pitadas de música negra do sul dos EUA e o country. Uma das características mais importantes do ritmo era o acompanhamento de guitarra elétrica, bateria e baixo. O cantor Elvis Presley foi considerado o rei do rock.
Seguem imagens originais dos anos 50 para você reviver um pouco do glamour e do espírito da década!
Anos 50, a década do glamour
Marilyn Monroe e Rita Hayworth estão entre os ícones da década
Brigitte Bardot, outro rosto ícone dos anos 50. As moças daquela época que eram da classe média, usavam geralmente saias com pregas, saias e vestidos com modelagens godês ou lisas, nada muito extravagantes, além da feminilidade dos lenços que eram amarrados ao pescoço. O sonho de grande parte delas eram se casar, ter filhos e ser uma ótima dona de casa
O Rock and Roll virou uma verdadeira febre – Brigitte Bardot
Outro fato marcante da década é a popularização do O Rock and Roll que surgiu dos termos – To rock (Balançar) e To roll (Rolar). O rock unia um ritmo rápido com pitadas de música negra do sul dos EUA e o country. O cantor Elvis Presley foi considerado o rei do rock
Lencinhos eram amarrados ao pescoço, além de cintura bem marcada e saia godê
Os carros também eram glamourosos e ficaram conhecidos como “rabo de peixe”
Casacos de pele também eram muito usados nessa década
James Dean e sua eterna camiseta branca também foram icônicos
As pin ups também são um ícone dos anos 50. Elas representavam moças sensuais e voluptuosas com um certo ar infantil. Nos anos 40 e 50, era passatempo entre os soldados americanos pendurar (em inglês, pin-up) fotos de mulheres bonitas em seus alojamentos, em meio à Segunda Guerra Mundial, os soldados pregavam nas paredes. Marilyn Monroe, Rita Hayworth e Betty Garble também eram garotas pin-up
As pin -ups representavam a sensualidade da época
sábado, 18 de março de 2017
As Feiras Livres e o excesso de regulamentação que só favorece as fraudes
No passado íamos ao açougue da esquina, onde o açougueiro era de confiança. Hoje o excesso de regulamentações acabou com o açougue da esquina e nos obriga a comprar carne adulterada que é supostamente fiscalizada pelo Ministério da Agricultura, com um "Serviço de Inspeção Federal", que não só não inspeciona, mas ajuda a mascarar fraudes.
No passado comprávamos leite, queijo, coalhada, nata, manteiga e doce de leite, do produtor rural, na feira. Hoje o produtor não pode mais vender estes produtos, pois segundo o Ministério e os Serviços de Inspeção, estes podem estar contaminados. Para nossa surpresa, então, compramos leite com soda cáustica, nata com conservantes, reprocessados até não poder mais. Tudo devidamente "INSPECIONADO" por órgãos (in)competentes, que cuidam da saúde de seus bolsos.
Antigamente também comprávamos na feira a linguiça, o salame, o frango, a morcela, o torresmo e até a carne do porco. Tudo trazido até nós por aquele agricultor que tudo fazia com cuidado. Então vieram os "fiscais", que diziam que era grande o risco de nos contaminarmos. Assim, as grandes indústrias de alimentos, aliás, as dois maiores conglomerados de alimentos do mundo, nos vendem carne estragada, vencida, podre, misturada com lactatos para mascarar o sabor e cheiro. Nos vendem papelão moído que pensamos que era carne de frango, nos vendem pintos, que ainda pararam de piar (28 dias!) como se frango fosse.
Não importa se a população tem acesso à produtos de qualidade, importa o lucro. Não importa se o pequeno agricultor possa processar seu produto na propriedade. O que importa é o lucro, a propina, o partido, o caixa 2 (3,4,5).
Talvez agora as autoridades voltem a olhar para a produção artesanal de embutidos. Talvez agora o produtor possa vender novamente a sua nata, coalhada, queijo, manteiga abertamente, não mais como um contrabandista, que precisa levar seu produto escondido, senão os fiscais, é aqueles fiscas, vão recolher.
Fonte: Armin Andreas Hollas
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