segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Venda de roupas é o ramo que mais interessa ao empresário mineiro

Levantamento mostra as dez atividades que mais despertam o interesse do empresariado


Simone Guedes, Agência Sebrae, 19 de janeiro de 2013

Lojas de roupas e confecção foram os ramos de negócios que despertaram mais interesse nos empreendedores mineiros em 2012. O levantamento foi feito a partir do número de downloads das cartilhas da série Ponto de Partida, no site do Sebrae em Minas Gerais. Os manuais trazem informações sobre abertura de empresas em diferentes segmentos.

Ao todo foram mais de 43 mil acessos às cartilhas para abertura de negócios. As dez atividades mais procuradas foram loja de roupas, confecção, lanchonete, pet shop, salão de beleza, casas de festas, restaurante, loja virtual, bar e lava-jato.

A coletânea Ponto de Partida é formada por mais de 250 cartilhas. O conteúdo está disponível para download gratuito no site do Sebrae em Minas Gerais. Os interessados em abrir o negócio encontram informações sobre legislação, funcionamento da empresa, equipamentos, instituições ligadas à atividade escolhida, sugestão para leitura e vídeos. Também estão disponíveis informações sobre como fazer um plano de negócios, aspectos legais para formalização, perfil empreendedor e como identificar oportunidades.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

domingo, 20 de janeiro de 2013

Catarses de começo de ano

As verdades são múltiplas e a minha verdade não é a VERDADE, nem é a Verdade. À medida que envelheço mais difícil fica abrir mão de meus princípios e ideias, e de modo geral isso deve ser corrigido: devo ter mais aceitação e calçar mais o chinelo alheio e ser menos intransigente.

Também há que ficar alerta com as TRANSIGÊNCIAS: Há áreas onde não posso abrir mão. Não posso aceitar a desonestidade sob nenhuma guisa. Não posso aceitar propostas que violem esse princípio, especialmente ao chegar ao ultimo 1/3 de minha vida - e isso tem me custado muitas perdas de negócios. Também há certos valores familiares que não gostaria de perder. “A senhora”, o “Senhor”, evitar a maledicência, tentar viver com o “sim, sim” e o “não, não” Paulino. Sim tempos estão se cambiando e por vezes me sinto anacrônico como a Barca “Vital Brasil” ou “Paquetá” que mesmo velhinhas seguem cruzando a Bahia de Guanabara Rio-Niterói-Rio - ad infinitum.

Também sou complicado: Gosto de calor, mas guardo distancia. Aprendi a duras penas que (lamentavelmente), via de regra, se acerta um maior numero de vezes julgando-se alguém pelo lado negativo. Isso é terrível, me faz sentir mal comigo mesmo, e quando o humanismo e otimismo falam mais alto – geralmente “quebro a cara”. Pequenas coisas me irritam: Não gosto do tratamento “Cara” ou “meu”. Nem com os pouquíssimos mais íntimos. Há uns anos atrás perdi um amigo de décadas: Perguntou-me “como vai a sua Gaúcha”. Vá a PQP, ele bem sabia que Dona Silvia é a minha esposa e o seu local de nascimento pode ser interessante a ele, a jogadores de futebol e afins, mas para mim isso é inconsequente. Gostaria de minha mulher nascida ate em Teresina ou no Crato.

Também não gosto dessa mentalidade machista tipo: Mulher de amigo meu para mim é homem- “só como a...” Acho isso simplesmente nojento, falso e inaceitável. Não gosto de muita agarração entre amigos e amigas: Já vi isso terminar em cama muitas vezes. Não gosto de “negócios bons para todo mundo”. Atrás disso geralmente vem sujeira.

 Longe de ser puritano não gosto de ABUSAR de xingamento e dos que se babam a inferir temas com conotações sexuais. Nunca me ofenderia por um “merda”, um “porra”, um PQP, usado na hora e momento certo, pela pessoa certa, na medida certa. Ha um cânion de diferença entre um expletivo forte e vulgaridade.

Gosto daqueles que têm mancômetro, que respeitam e que tem uma lucida visão de limites e demarcações. Gosto do simples, mas detesto o vulgar. Gosto do sofisticado, mas detesto o afetado. Gosto do “mais”, mas ainda mais do “menos”. Sou opiniático, e isso tem me custado muito:

Detesto os vaselinas, os muristas, Gersistas e outros cuidadosos em opinar o politicamente correto. Sim faço cagadas frequentemente, mas sou humilde para escutar o outro lado – AINDA QUE ALGUMAS VEZES isso demore muito. Tenho que usar um catalizador nessa área. Guardo na minha memoria elefantinho coisas pequenas, lixo mental cuidadosamente apontado, registrado - para dar depois, na hora certa, dar um tiro de franco atirador. Isso é pequenez que TEM que ser jogada no lixo - nesse ano ainda.

Ah, passam-se os anos, pensamos que aprendemos tanto e há tantas coisas a ser aprendidas. Talvez eu devesse ser Hindu ou Espiritualista, pois o conceito de reencarnação me ajudaria ter menos pressa na vida.

Enfim tenho tantas coisas a consertar, a ajustar, a modificar que acho que não mais haverá tempo. Sim tenho as minhas muitas transgressões e limitações, mas o consolo é que dentre elas nunca tive problemas pelo menos com duas. São elas LEALDADE e GRATIDÃO.  E esses dons, graças a Deus, eu ainda os tenho. Finalizo essa, agradecendo a uns poucos amigos mais chegados: Obrigado pela paciência de me tolerar.

Fonte: http://textileindustry.ning.com

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Tendência do 'T-shirt dress' garante conforto e praticidade

Tendências, WGSN

truque de styling consiste em usar uma camiseta como vestido


Você já pensou em usar uma camiseta larga como vestido? O truque de styling vem fazendo sucesso entre os jovens estilosos mundo afora e é apontado pela WGSN como hit da temporada. O "T-shirt dress" compõe looks divertidos e pode vir em estampas diversas, variando do estilo de camisetas mais largas até regatinhas mais compridas. Veja alguns looks abaixo e embarque na pegada streetwear:

Fonte: http://gnt.globo.com/moda

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Aumente a interação com os consumidores

O público antenado e conectado não precisa de comercial na TV, nem de anúncio no jornal, para saber que uma mercadoria existe, nem quanto custa, nem onde encontrá-la.

O mundo mudou e a forma de interagir com os clientes também. Para conquistar o coração e mente desse consumidor, é preciso oferecer mais do que produtos ou serviços. É preciso passar uma mensagem útil, que toque o seu lado espiritual, que mostre como sua empresa se preocupa com o bem estar dele e da sociedade.

Esse é o conceito por trás do marketing 3.0, que aposta na autorrealização como a necessidade primária das pessoas. Você já deve ter visto campanhas publicitárias com esse viés. São aquelas que transmitem uma mensagem positiva e a marca aparece sutilmente.

A empresa moderna é aquela que se posiciona como parceira do cliente, porque o modelo de negócios baseado em valores é o que há de mais inovador.

Fonte: http://www.mba60.com

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O turismo em favor do comércio


Stephen Kanitz escreveu um artigo sob o título "Turistificando" o Brasil (clique aqui para ler) que tem tudo a ver com o comerciante.

Estou de partida de uma cidade (Balneário Camboriú - SC) cuja população, 100 mil habitantes, é menor que Garanhuns (PE), com 130 mil. No entanto, tem dois Shopping Center e centenas de lojas de vestuário. E o que falar de Gramado (RS), com uma população de apenas 35 mil? É bem possível que você já conheça Gramado...

O PIB de Garanhuns é cerca de R$ 9 mil, enquanto que o de Bal. Camboriú alcança R$ 15 mil, tanto quanto Gramado, também com R$ 15 mil. As três cidades tem vocação turística, mas a cidade catarinense e a gaúcha sabem explorar muito bem o turismo. Bal. Camboriú tem o mar, que sempre exercerá uma atração maior. Gramado, a exemplo, de Garanhuns, tem uma característica comum. Ambas estão a cerca de 1.000 metros de altitude e distantes cerca de 200 km. do mar e tem o frio como atração.

Todo ano é realizado na cidade de Balneário Camboriú, um evento chamado "Brilhos de Natal". Trata-se de uma iniciativa da Prefeitura, em parceria com o CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas). Sobre o evento o prefeito fez a seguinte afirmação: "Trouxemos para nossa cidade a alegria do Natal, além de servir como incentivo nas vendas do comércio e na rede hoteleira, por exemplo, que tiveram um aumento expressivo desde o lançamento do projeto”. Em Gramado, todos sabem, é realizado o "Natal Luz", que atrai milhares de visitantes. Em Garanhuns tem o "Festival de Inverno", que é uma iniciativa do "Governo Estadual"... Infelizmente não atrai um número tão considerável de visitantes. E as outras cidades, o que falar?

E o comerciante, onde entra nessa história? Se você procurar no Google sobre "Comerciantes Mobilizados", encontrará 530 mil referências a respeito do assunto. Até que o ponto os comerciantes da sua cidade estão mobilizados? Sua cidade tem CDL? Se você é comerciante, é membro ativo no CDL  ou simplesmente critica a falta de atuação do órgão?

Para o comércio vender mais, talvez seja tão difícil quanto tirar "leite de pedra" se não houver uma mobilização em favor do Turismo. Trazer gente de fora e faze-los gastar em sua cidade é o "óbvio ululante" (expressão criada pelo pernambucano Nelson Rodrigues).

Mas o que vejo em algumas cidade do interior de Pernambuco? Semanalmente a Prefeitura cede ônibus gratuitos para que seus munícipes viajem até Caruarú para fazerem compras. Pense num absurdo maior do mundo...

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

NATAL



A época de Natal desperta em todos nós um clima festivo, acendendo em nosso interior sentimentos de generosidade e desejos de paz duradoura. É verdade que, tão antigo quanto este sonho de paz, são as escaramuças que ainda reinam entre homens e entre povos.

Verdade também que uma certa mercantilização do evento, que lembra o nascimento de Cristo, às vezes nos deixa um pouco chocados. Lembremos, entretanto, de um dos símbolos mais bonitos e ricos desta festa cristã: o pinheirinho.

Com sua forma piramidal sempre buscando o alto, o céu, a virtude; o seu verde simbolizando a persistência e a esperança, tanto no inverno das incertezas quanto no calor dos sucessos, às vezes tão passageiros.

Quiséramos também nós, pessoas de todos os credos, idades, raças e gêneros, aprender a julgar com mais equilíbrio o próximo, tantas vezes aceito ou rejeitado simplesmente pelas aparências!

Quantos sãos os que já nos impressionaram reclamando inconsequentemente de suas vidas, quando tantos enfermos nos surpreendem resistindo à custa de sua fé! E o rico com a pobreza em sua alma, e o pobre, dono de imensa riqueza interior! E o que se diz forte recuando ao menor perigo, quando o aparentemente frágil resiste corajosamente, sem esmorecer, aos piores desafios!

E o que se nos afigurava belo, mostra às vezes não possuir beleza, quando o que aparentava ser feio demonstra, de repente, ter um caráter excepcional! Quantos jovens de personalidade marcante e quantos velhos sem esperança! Mas, também, quantos idosos jovens e dinâmicos, contrastando com pobres jovens idosos, derrotados pela vida antes de sequer iniciá-la!

Quantas pessoas a propagar bons princípios, sem agir, e quantas que, sem enaltecerem suas virtudes, exercitam-nas a toda hora! Não precisamos olhar ao longe, muitas delas estão bem perto de nós!

Quantos próximos que nos foram distantes em horas difíceis, quando os distantes, de quem nada esperávamos, nos foram próximos! Quantos inimigos leais que nos ensinaram, quando amigos nos decepcionaram!

Existe um certo “comércio” do Natal? Sim, ele existe, mas será mesmo tão nocivo quanto alardeamos? Que preço tem o sorriso de uma criança ao receber um presente? Quantas pessoas põe uma comida melhor à mesa em vista das rendas extras que o Natal lhes propicia? Não é maravilhoso existir uma época em que nossos corações se enchem de bondade, época em que podemos abraçar mais longamente nossos mais próximos, e, seja com risos, seja com lágrimas, adubar as relações com aqueles que nos são mais caros?

Analisada na essência, nossa vida toda, de alguma forma não é um comércio? Nem sempre movido a dinheiro talvez; tantas vezes movido a vaidades, orgulhos, prejulgamentos, mas, outras tantas, também de boas ações, exemplos, apoios, gratidão e afeto?

Que saibamos aceitar, a partir deste Natal, que nem sempre o que achamos justo é a Justiça; que nem sempre o que entendemos verdadeiro é a verdade, nem sempre a forma como amamos é o verdadeiro Amor, e que qualquer ato nosso por melhoras é um passo para a redenção!

Que saibamos ver em cada pessoa o lado bom, corrigirmos em nós os nossos erros e fraquezas antes de simplesmente apontarmos as limitações e as fraquezas alheias! Que o maior presente que recebamos neste Natal seja o de uma mudança nascida dentro de nós mesmos!

Que saibamos vestir, em pensamento, o exemplo e o verde do pinheiro, trabalhando para aperfeiçoar nossa fé, nossa persistência e nossa esperança num mundo melhor. Se isto acontecer, desnecessário discutirmos se o Natal é apenas comércio ou se deveria ser tão somente reflexão. Cada ramo verde e íntegro do pinheiro faz o conjunto da árvore melhor. Cada indivíduo íntegro forma uma sociedade melhor.

Um feliz natal a todos!

Autor - Roberto Curt Dopheide

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O Que Nunca Te Ensinaram De Política


A maioria dos alunos brasileiros acha que no Brasil temos duas facções políticas, a Esquerda e a Direita.

A primeira é a ética, e a altruísta, a segunda, precisa ser combatida a ferro e fogo.

Mal sabem que no Brasil existe um único partido. No Brasil, a extrema direita se une com a extrema direita para explorar a classe média.

Isto está ocorrendo na França, Estados Unidos, Argentina e no Brasil.

Por isto, os bancos apoiam tanto o PSDB, porque Gerdau, Abílio Diniz e Eugênio Staub contribuíram tanto para a campanha da Dilma.

Os donos do capital, os banqueiros e as empresas familiares se unem com a extrema esquerda, os sindicalistas, e ambos assim dividem o poder.

São incentivos fiscais, Zonas Francas, empréstimos do BNDES, Banco Central que salva um único setor da economia e não os demais, é a economia dirigida, as obras milionárias para empreiteiras gigantes de um lado e bolsa tudo, seguro desemprego, aposentadorias grátis, e assim por diante.

Para a classe média sobra somente os impostos.

Ambos os grupos se locupletam, e quem paga a conta é a classe média que não é mais representada em nenhum país do mundo.

A classe média é de centro.

Isto porque não tem como viver do capital de um pai rico, e não tem como pleitear bolsa família.

Não é um excluído, nem mãe solteira, nem um velho aposentado que não leu a fábula da Cigarra e da Formiga.

A classe média percebe que terá de trabalhar para viver, que tudo que ganhar será do seu próprio esforço e não do seu pai rico, ou de um Estado mais rico ainda.

Esta classe média, composta de Profissionais Liberais, empreendedores, inventores, inovadores, escritores, advogados, arquitetos, contadores, engenheiros, médicos, enfermeiras, pilotos, taxistas, sapateiros, pipoqueiros, professores, aqueles que vivem do seu próprio trabalho e antigamente se uniam nos Partidos Liberais, que não existem mais na face da terra.

Nos Estados Unidos só têm os Republicanos que querem redução dos ganhos de capital, e Democratas que querem Saúde Grátis, e mais 47 benesses, pelo Príncipe Obama.

Os Liberais querem que simplesmente os deixem trabalhar, que retirem a carga tributária das costas deles, que reduzam a burocracia em tudo que eles têm que fazer.

Nos Estados Unidos já dizimaram a classe média americana, que ficou sem partido e não sabe em quem votar.

No Brasil fizemos pior.

Roberto Mangabeira Unger escreve com todas as letras que o Estado precisa de cooptar a Classe Média, oferecendo Ensino Universitário grátis, empregos públicos vitalícios para os concursados, pensão para filhas solteiras de militares e outras benesses como Lucro Presumido, etc..

Metade da nossa classe média já foi cooptada. Inclusive eu, que dependo de uma aposentadoria pública de Professor da USP.

Jornalistas e Professores Universitários, que ganham 10 vezes o salário mínimo deste país, deveriam a rigor serem Liberais, NeoLiberais, SocialLiberais, ou ComunitariosSociais, enfim. Ganham pelo seu trabalho intelectual.

Eles não vivem do capital que acumularam e herdaram nem têm mil auxílios do Estado, mas mesmo assim preferem defender os interesses de seus patrões, donos de jornais, ou das outras classes que não as suas. É chique!

Assim é que as civilizações foram lentamente desaparecendo, a Egípcia, Maia e Asteca. Os Príncipes (Empresários), Sacerdotes (Intelectuais) e os Arrecadadores de Impostos (Economistas) ficaram lentamente sozinhos, sem ter os Arquitetos, Contadores, Engenheiros, Agricultores, Administradores, Escritores, a classe média que mantinha as técnicas daquelas Civilizações.

É um tiro no pé, mas é o tiro que já nos demos, ao criar a ditadura do Partido Único, da união da direita e esquerda, do Maluf e Sarney com Lula e José Dirceu.

Fonte: http://blog.kanitz.com.br